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| Parques Nacionais > UC: Parque Nacional de São Joaquim |
■ INFORMAÇÕES
DIPLOMA LEGAL DE CRIAÇÃO: Dec nº 50.922 de 06 de julho de 1961
ENDEREÇO / CIDADE / UF / CEP: Rua Felicíssimo R. Sobrinho, 1542 - Urubici/SC – CEP: 88.650-000
TELEFONE: (49) 3278-4994
■ SOBRE O PARQUE NACIONAL
O Parque Nacional de São Joaquim está situado na região sul, mais precisamente na região serrana do estado de Santa Catarina. Embora próximo a cidade de São Joaquim, o seu acesso se faz pelos municípios de Urubici e Bom Jardim da Serra. Também tem áreas dentro do parque os municípios de Orleans e Grão Pará, na parte de baixo da serra do Mar.
A criação do parque, em julho de 1961, está ligada à necessidade de proteção dos remanescentes de Matas de Araucárias, que se encontram dentro de seus 49.300 hectares. O parque está predominantemente inserido no bioma Mata Atlântica.
Além de conservar ecossistemas existentes na Unidade de Conservação, ela foi criada com o objetivo de promover a educação ambiental, a pesquisa e a visitação pública.
A região oferece uma paisagem magnífica. Os cartões-postais são a Pedra Furada e o Morro da Igreja. É possível fazer caminhadas passando pelas Matas de Araucárias, pelas nascentes de diversos rios, entre eles o rio Pelotas, que também é conhecida como nascente do Rio da Prata.
Na região nordeste do Parque encontra-se as maiores altitudes, sendo o ponto máximo o Morro da Igreja, com 1.822 metros. No centro do Parque também há áreas bastante elevadas, com altitudes acima de 1.650 metros. Essa região do parque é denominada Campos de Santa Bárbara.
Outro aspecto importante da Unidade é a sua formação geológica, composta por rochas vulcânicas, denominadas Basalto, que formam conjuntamente com as formações de Arenito um local propício a recarga e descarga do Aqüífero Guarani, estudos datam estas formações com aproximadamente 133 milhões de anos.
Bioma: Mata Atlântica
Área: 49.300 hectares
Objetivos Específicos da Unidade: Proteger uma amostra de mata Pluvial Atlântica, que encontra-se em regeneração, dentro de uma região metropolitana. E ainda, as nascentes dos rios que abastecem a cidade do Rio de Janeiro, a fauna ameaçada ou em perigo de extinção como aves e mamíferos raros.
Antecedentes Legais: Antes da criação, do Parque Nacional da Tijuca, foram criadas as Florestas da Tijuca e das Paineiras (1861). O Parque tinha o nome de Parque Nacional do Rio de Janeiro, o qual foi alterado em 1967 para Parque Nacional da Tijuca, quando foi anexado a ele as áreas da Floresta da Tijuca, do Morro da Carioca (Trapicheiro, Sumaré, Corcovado e Paineiras), da Pedra da Gávea e da Pedra Bonita.
Aspectos Culturais e Históricos: Até meados do século XVII, a área do Parque Nacional da Tijuca permaneceu praticamente intocada. A partir daí teve a ocupação agrícola, com plantações de cana de açúcar no século XVII e café nos séculos XVIII e XIX. Ele representa hoje um exemplo concreto do processo de sucessão secundária e replantio heterogênio. É considerado a maior floresta urbana do mundo e tem grande importância ambiental e cultural para a cidade do Rio de Janeiro, sendo elevada a Reserva da Biosfera em 1991.
Clima: O clima do Parque, devido à orientação do Maciço da Tijuca, apresenta abundantes precipitações com ausência de período seco no inverno. Locais situados até 500 m possuem clima de áreas tropicais e acima dos 500 m, a temperatura é do tipo climático temperado.
Relevo: O Parque está localizado no Maciço da Tijuca, incluindo as Serras dos Três Rios, da Carioca e o grupo Pedra da Gávea. Está em uma região acidentada, compreendendo um bloco falhado da Serra do Mar.
Vegetação: Prevalece a vegetação de Mata Atlântica, que exibe uma série de fisionomias com características particulares, na sua composição florística e na sua estrutura fitossociológica. As espécies arbóreas de Mata Atlântica apresentam elevado endemismo (em torno de 50%). Infelizmente este exuberante bioma vem experimentando um crescente e irreversível processo de fragmentação.
Fauna: Desde a colonização, a fauna das proximidades da cidade do Rio de Janeiro, vem sofrendo grande pressão humana. Há muito já não são encontrados diversas espécies de mamíferos que antes ocorriam na região, tais como: onça-pintada, anta, queixada, caititu, bugio e o monocarvoeiro. O problema é a falta de corredores ligando a unidade com outras áreas florestais, que provoca a extinção local de tais espécies.
Benefícios da Unidade para o Entorno e Região: Além de preservar um dos resquícios da Mata Atlântica, o Parque garante a proteção das nascentes e conservação de bacias, como a dos rios Carioca e Maracanã que abastecem parte da cidade do Rio de Janeiro.
Usos Conflitantes que Afetam a Unidade de Conservação e seu Entorno: O Parque sofre com os poluentes, a chuva ácida e o crescimento das favelas que está ocorrendo na cidade do Rio de Janeiro.
COMO CHEGAR
Via Rodoviária: São dois os acessos rodoviários. O principal sai da capital (Florianópolis/SC) seguindo pela BR-282, sentido Lages/SC, na localidade de Santa Clara, município de Bom Retiro/SC. Daí vira-se à esquerda pela rodovia SC-438 (Serra do Panelão), e após 24 km chega-se ao município de Urubici/SC. Desse ponto até o parque são mais 27 km em estrada rural (sem pavimento), estrada geral do Morro da Igreja. O segundo acesso é mais longo, mas com uma beleza incomum.
Saindo da capital (Florianópolis/SC) segue-se pela BR-101, sentido Tubarão/SC. Quando chegar neste município vira-se à direita sentido Orleans e de lá pela SC-438, conhecida como Estrada da Serra do Rio do Rastro. A estrada é repleta de mirantes. Passando a serra o visitante chega a Bom Jardim da Serra e de lá pode conhecer o Cânion Laranjeiras ou seguir mais 80 km pela mesma estrada e chegar a Urubici.
Via Aérea: Somente na capital (Florianópolis/SC) há aeroporto que recebe vôos regulares.
ONDE FICAR
A cidade de Urubici, a 27 km do parque, conta atualmente com uma grande rede de hospedagem, destacando-se as pousadas rurais. Bom Jardim da Serra também já conta com boas opções de alojamento e Orleans tem um pouco menos de opções. Apenas em Grão Pará não há hospedagem de boa qualidade.
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| Parque Nacional de São Joaquim |
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE
Conservar ecossistemas existentes na unidade e promover educação ambiental, pesquisa e visitação pública.
ÁREA DA UNIDADE
42.837,00 (ha)
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ASPECTOS CULTURAIS E HISTÓRICOS
Antecedentes Legais
Com o surgimento do ciclo da madeira nas décadas de 50 e 60, surgiu a necessidade da criação de uma unidade na região, para preservar as matas de araucária ainda existentes. Houve uma parceria entre o Governo do Estado de Santa Catarina e o IBDF para criação do Parque Nacional de São Joaquim.
Aspectos Culturais e Históricos
A exploração florestal contínua reduziu à pequenos fragmentos florestais a área do parque, restando a paisagem rara em beleza e que anualmente oferece um espetáculo ímpar no território nacional: a brancura de neve nos mais elevados píncaros da Serra do Mar.
ASPECTOS FÍSICOS E BIOLÓGICOS
Clima
O parque situa-se em uma das poucas regiões em que a temperatura média anual varia entre 14° C a 12° C, e com ocorrência de neve anualmente.
Relevo
Um dos aspectos interessantes do Parque, são suas elevações, com altitudes superiores a 2.000 m acima do nível do mar, como o Morro da Igreja, bastante conhecido e procurado pelos montanhistas.
Vegetação
Este Parque possui 3 tipos de vegetação: os Campos Gerais, as Matas de Araucárias, localizadas mais comumente nas encostas e nos vales, e a Floresta Pluvial Subtropical que ocupa o fundo dos vales. A espécie dominante nos cenários do Parque é o pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia). Ocorrem também a jibuia (Ocotea porosa), a canela-sassafrás, a caviúna e o cedro (Cedrela fissilis).
Fauna
A fauna do Parque Nacional de São Joaquim é pouca variada, em decorrência às suas formações vegetais menos ricas, e principalmente, devido aos efeitos negativos do fogo e da caça ilegal seletiva, implicando em pressão de caça sobre determinadas espécies, principalmente perdizes e codornas.
BENEFÍCIOS DA UNIDADE PARA O ENTORNO E REGIÃO
Além da preservação de seu ecossistema o Parque é importante por ter características singulares dentre as unidades de conservação do país, e portanto permite a pesquisa e a visitação em uma área de especial interesse ecológico.
USOS CONFLITANTES QUE AFETAM A UNIDADE E SEU ENTORNO
A caça praticada na região de forma desordenada, bem como o fogo de origem criminosa caracterizam-se por serem os principais problemas que afetam a unidade.
ATRATIVOS PARA VISITAÇÃO PÚBLICA
Localização
O PERÍMETRO DA UNIDADE É: 137.688,257 M.
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A UNIDADE
Situação Fundiária
NÃO REGULARIZADA.
Pesquisas Realizadas
REVISAO TAXONOMICA E ANALISE FILOGENETICA DAS ESPECIES DO GENERO HYLA. CAMPOS DE ALTITUDE SISTEMÁTICA E EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES DE ECTECOUS SAUS ESTUDOS TAXONOMICOS EM LEGUMINOSAS DO BRASIL SISTEMÁTICA, BIOGEOGRAFIA E HISTÓRIA POPULACIONAL DO GÊNERO RELAÇÕES SOL-TERRA ESTUDADAS ATRÁVES DE ANÉIS DE CRE SISTEMÁTICA, BIOGEOGRAFIA E HISTÓRIA POPULACIONAL DO GÊNERO ESTUDO CITO-TAXONÔMICO, EM ESPÉCIES DA CLASSE DIPLOPODA E DE INSETO MANEJO SUSTENTADO DA CAATINGA DO SERIDO-RN. REVISAO SISTEMATICA E ANALISE CLADISTICA DA ESTUDO SISTEMATICO E CLADISTICO DO OPILIONES (ARACHNIDA).
CONTATO COM A UNIDADE
Endereço: RUA FELICISSIMO RODRIGUES SOBRINHO, 1542
Bairro:
Município: URUBICI
UF: SC
CEP:
Telefone: (49) 278-4002
Fax:
Email:
Site da Unidade:
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